Voluntariado

Cartão Cidadão

Sala de cocriação

Diga não à esmola! Incentive o "Cartão Cidadão".

Trata-se do "Cartão Cidadão" (talão ou cartões avulsos), com a função de serem comprados pelos voluntários e doados aos "pedintes de rua", em substituição às esmolas.

Com o Cartão Cidadão, a pessoa beneficiada poderá ir a um estabelecimento ligado ao programa, a "Casa do Cidadão" e fazer uma reifeição, bem como manter a sua higiene pessoal (tomar banho, cortar cabelo e barba, receber itens de higiene para escovação dentária).

Contudo, para usufruir dos benefícios do Cartão Cidadão, a pessoa beneficiada deverá realizar o seu cadastro na própria Casa do Cidadão, com o auxilio de uma assistente social, o que indiretamente permitirá a consolidação de um banco de dados sobre essa parcela da população marginalizada.

O objetivo final, é que ao longo das visitas à Casa do Cidadão, essas pessoas sejam redirecionadas a programas especificos de reintegração social.

Os cartões poderão ser comprados em supermercados e bancas (com valore não muito superior a um zona azul, por exemplo), e todo o valor será revertido para o financiamento do programa "Cartão e Casa do Cidadão", portanto, cobrindo o custo das refeições e manutenção dos estabelecimentos e, a longo prazo, permitindo a expansão de programas de reintegração social ligados a essa iniciativa.

Será uma boa oportunidade para redirecionar crianças à assitência social e escolas publicas, adultos desempregados a oficinas de capacitação, identificar aqueles que estão mariginalizados devido ao alcool, drogas ou problemas de saúde física ou mental. À noite, os locais poderão servir de abrigo para crianças (até 12 anos) e mulheres.

Uma iniciativa que permite ao voluntario participar de duas formas: 1) comprando o cartão; ou 2) trabalhar ativamente em uma Casa do Cidadão.

Informações gerais relacionadas ao programa, principalmente no que diz respeito aos recursos arrecadados e metas alcançadas, serão disponibilizadas em um portal de transparencia, dessa forma, deixando claro ao voluntario e patrocinadores onde a verba está sendo gasta, resultados alcançados e próximos passos para a melhoria e expansão do programa. A privacidade do beneficiado e voluntário será integralmente preservada.

Além dos recursos provindos do Cartão Cidadão, será estabelecido um plano de patrocínio com verba direta de patrocinadores. Deverá ser desenvolvido um plano de comunicação para que o público que se pretende atingir, ou seja, beneficiados, volutários, patrocinadores e sociedade, reconheçam e participem do programa.

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Publicada há mais de 1 ano

"Dizer não a esmola......" Porém, como o cartão cidadão vai transferir algum benefício, o carente também terá que PEDIR para ter o cartão. Eu acho que essa atitude de "pedir" não é edificante. Achei a intenção dessa proposta muito boa, mas creio que há riscos. É preciso compreender bem o bem. Sugiro ler www.cinvs.com

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Publicada há mais de 1 ano

Eu compartilho a preocupação do Alê Ortega. Tem um site com uma proposta muito semelhante, mas sem o risco de criação de um "mercado negro" desses cartões. É o www.cinvs.com . A parte que fala especificamente sobre a esmola está em "Central de Acolhimento", que é um link do site.

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Publicada há quase 2 anos

Precisa de Dicas pra sua ideia decolar?

http://festivaldeideias.org.br/ideias/5-redes-de-aprendizagem/ideia/724-toro-de-ideias-dicas-para-os-criativos-do-fdi

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Publicada há 2 anos atrás

Dominique Marie Lebl Do Amaral Essa ideia é muito boa!!! Porque vc não foi as sessões de cocriação no centro Ruth Cardoso?! Teria sido super rico! Isso é um inicio de um negócio social, não?! E se construindo em cima da sua ideia, o programa também conseguisse gerar renda para os usuários?

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Publicada há 2 anos atrás

Mo, que legal vc ter comentado! Nāo tinha visto os comentários! Vamos lá! A ideia principal é: dar o minimo de dignidade a essas pessoas; castrá-los e "desmarginizá-los"; e assim entender a situação das pessoas de rua ou pedintes do no Brasil, ou pelo menos nas grandes cidades. Crianças de rua por exemplo, redirecionar para assistentes sociais; capacitar desempregados, pensando em parcerias com o Sesi, por exemplo, enfim! Um mundo de pessobilidades! Um negócio social com certeza, mas se houver lucro, que seja redirecionado para o projeto e pague as pessoas envolvidas (exceto voluntários, logicamente!). A ideia e "repescá-los" e torna-los saudáveis e reintroduzi-los na sociedade, mas dando a vara de pescar e não diretamente o peixe!

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Publicada há 2 anos atrás

Oi, Dominique! Esse cartão seria uma espécie de moeda social ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Moeda_social ), com valores pré-definidos e seria usado em estabelecimentos comuns que receberiam a identificação na porta, sei lá, um adesivo, com a frase "Casa do Cidadão" e trocados por serviços ou apenas em locais específicos, isto é, a casa do Cidadão deveria ser criada também? Não há o risco de criar um mercado paralelo de cartões? Se sim, há como evitar que isso aconteça? Uma ideia: E se o cartão não fosse entregue ao pedinte, mas servisse apenas para justificar a ele o fato de que eu não estou dando dinheiro porque estou custeando um programa da prefeitura? Assim, ao invés de dar o dinheiro, mostraria o cartão ao pedinte e este poderia ter acesso aos serviços, independente de ter recebido ou não um cartão. O problema do dinheiro não é apenas que ele é usado para comprar bebidas, drogas e etc., existem disputas por territórios e muitas injustiças, como pessoas incapacitadas até para pedir esmolas. Pessoas mais velhas, mulheres e crianças não tem acesso aos melhores lugares para pedir esmolas, ou são usadas por exploradores para pedir e são obrigadas a repassar os ganhos. Algumas pessoas receberiam menos cartões assim como recebem menos esmolas. Um cartão que pertence ao doador e não é transferido vale como justificativa "moral" para não dar esmolas e torna os serviços acessíveis para qualquer um, sem distinção. Esse cartão poderia ser condicionado a uma quantia predeterminada, descontada mensalmente em serviços de telefonia, água, luz, etc. e daria ao contribuinte um acesso a um portal de transparência, para fiscalizar a utilização dos recursos, etc. Juntamente com o cartão, o contribuinte poderia receber um adesivo para colocar no seu veículo, que poderia ser identificado pelo pedinte à distância.

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Publicada há mais de 1 ano

O que eu acho mais importante é o sentido em que aponta a ideia da Dominique: o fim da esmola dada na rua, a um desconhecido. É o que pode ser chamado de "abordagem direta". Esse dinheiro deve estar financiando uma parte significativa do tráfico de drogas nas grandes cidades. Neste mesmo sentido, de acabar com a "abordagem direta", há uma proposta no site www.cinvs.com . Propõe um amplo sistema de transparência para resguardar o uso de doações para reais benefícios aos necessitados.

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Publicada há 2 anos atrás

Ai que ótimo saber que não sou louca em pensar como a ideia acima também. Conte comigo para ajudar no projeto. Sou jornalista e publicitária, moro no RJ e atualmente estou trabalhando em uma Ong chamada Cruzada do Menor.

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Publicada há 2 anos atrás

Que légal Livia, como vc acha q poderia cointribuir? Bjsss

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